SINDICATO DO COMÉRCIO VAREJISTA DE MONTENEGRO - SINDILOJAS


 CIDADES DE ABRANGÊNCIA

HISTÓRICO DOS MUNICÍPIOS DE ABRANGENTES

VALE REAL

Situa-se na zona fisiográfica do Estado, denominada Encosta Inferior do Nordeste, da micro-região de Montenegro. O antigo nome do vale Real era Kronenthal. Segundo estudos do padre Arthur Rabuske, o nome Kronenthal surgiu devido a geografia do município ser constituído por um imenso vale cercado por treze morros que formam uma verdadeira coroa natural. Alceu Massao diz que Kronenthal significa Vale da Coroa, por existir ali uma capela dedicada aos Reis Magos. Maria Schmitz Krewer, moradora de Campo Krewer, era contadora de estórias, em dias de chuva, sábados de noite, ou, em domingos a tarde, distraia os seus netos contando histórias. Uma das narrativas que ficou gravada na memória de Amélia, sua neta, foi a que relata sobre a origem do nome Kronenthal. Dizia Maria:"logo que nós imigrantes aqui chegamos, fomos obrigados a enfrentar uma série de dificuldades nos aspectos econômicos, sociais e religiosos. Tínhamos conosco alguns vizinhos e isto era a nossa consolação. Aconteceu, porem que um dos amigos do pai-esposo Peetr Krewer perdeu a filha. Como todo costume cristão a enterramos. Os coveiros fizeram uma cova ao lado da capelinha que ficava onde hoje mora Irena Gregory, na estada de Canto Krewer, na hora do enterro as mulheres colocaram ao redor da cova uma coroa de ramos verdes entrelaçados com flores. Quando os coveiros desceram o caixão, o pai da menina morta exclamou, ai está a morada de minha filha, "die Kron Onenthar" (a coroa e a cova)". Mais tarde estas palavras deram origem ao nome Kronenthal. Nome impropriamente traduzido do alemão "Kronenthal"=Vale da Coroa, Vale da Coroa de Montanhas.
 

POÇO DAS ANTAS

Os primeiros imigrantes de origem alemã, provenientes do Vale do Caí que aqui se estabeleceram e deixaram suas marcas culturais que prevalecem até hoje, em nosso Município. Emancipado de Salvador do Sul em 12 de maio de 1988, Poço das Antas vive o progresso e o desenvolvimento a cada dia. Houve avanços consideráveis em benefício de seu povo: destacarmos a saúde ênfase na medicina preventiva; o saneamento básico praticamente toda a população está abastecida com água de poços artesianos e instalações sanitárias; pavimentações, arborizações e embelezamento de ruas.
A educação sempre foi uma preocupação constante, sendo que uma das primeiras construções a ser erguida foi a Escola Comunitária, o Professor, um líder e muito respeitado era escolhido entre os próprios habitantes da comunidade, esta característica prevaleceu a ponto de Poço das Antas hoje ocupar um dos primeiros lugares no ranking nacional em alfabetização, paralelamente a educação, a religiosidade ocupa lugar de destaque na formação de seu povo. No segmento cultural, Poço das Antas incentiva a dança, a música, o canto coral e tem grande expressão regional os bailes de Kerb. As belezas naturais se fazem presentes em todos os recantos, podemos citar diversas cascatas, a vegetação abundante e inclusive gruta de índios, os imigrantes traziam consigo a preocupação de cultivo de flores e plantas ornamentais nas residências, esta atividade também evolui sendo que ruas, avenidas e pátios estão ornamentadas, alimentadas por floriculturas locais e que também as comercializam para os mais diversos pontos. Outras atividades merecem destaque, como: fábrica de mandolates, móveis, marcenarias, alambiques, padarias, oficinas mecânicas, olaria, atelier de calçados, compensados, agroindústrias e produção primária (frangos, suínos, leite, carvão e lenha de acácia).
No setor primário que é o destaque econômico do Município, vários programas de apoio têm sido implantados (financiamentos troca-troca, doação de insumos, assistência técnica, incentivo a sistemas integrados e serviços de máquinas).
 

SÃO JOSÉ DO SUL

São José do Sul é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. Sua população estimada em 2004 era de 1.851 habitantes.
A história de São José do Sul começa em 1993 quando um grupo emancipacionista decide formar um município. As porções de terras viriam, em maior parte do município de Salvador do Sul, ao qual pertencia a Linha Dom Diogo, atual sede de São José do Sul, uma parte de Montenegro, a Linha São José do Maratá, e de Maratá.
A nova cidade, após a emancipação,recebu o nome de São José do Sul, devido àquela linha que até então fazia parte do município de Montenegro.A emancipação foi oficializada em 1996.
 

TUPANDI

Em 1855, Juca Inácio Teixeira, residente em Pareci e proprietário de enorme extensão de terras ao lado direito do Rio Caí, iniciou a venda de lotes coloniais alemães. Rapidamente a região foi povoada e surgiram picadas prósperas e futuras, tal o início do povoado ao qual se deu o nome de São Salvador e assim, na época chamada, ficou uma região colonial florescente. O nome de São Salvador se deveria de um ermitão luso-brasileiro chamou Salvador, que escolhera a solidão daquelas matas virgens para habitação.
Em 1945 passou a chamar-se Tupandi, que segundo o padre Jesuíta Gotzman, ex-vigário da Paróquia Cristo redentor, de Tupandi, possivelmente significava "Luz do Céu. Os primeiros moradores que se estabeleceram na região já não encontraram o tal Salvador, mas puderam, ainda, dedicar-se com as saborosas frutas das laranjeiras que ai havia plantado.
 

FELIZ

A História de Feliz tem início em 1846 com a chegada dos colonizadores alemães à região. Durante a fase de imigração, os novos colonizadores, com as regiões da campanha já ocupadas por fazendeiros portugueses e gaúchos, foram obrigados a se fixar nos Vales do Sinos, Caí e Taquari. Dos primeiros moradores que chegaram nessas terras, a maioria veio da Província Renana, do Palatinado e de Hessen-Darmstadt, na Alemanha. Além da família de Sebastião Ruschel, vinda de Trier, iniciaram a colonização as famílias Simon, Berwanger, Nedel, Flach, Rauber, Friedrichs, Klein, Welter e Scherer. Em 22 de dezembro de 1888, Feliz foi elevada à condição de Vila e em 31 de maio de 1959 foi instalado o município, desmembrado e emancipado de São Sebastião do Caí, em 17 de fevereiro de 1959.
 

BROCHIER

No ano de 1832, chegavam da Europa os irmãos João Honório e Augusto Brochier, que pretendiam estabelecer-se em São João do Montenegro. Como as pretendidas terras haviam sido vendidas a terceiros, desbravaram a mata e adentraram 25km além da atual cidade de Montenegro, estabelecendo-se às margens de um arroio, cujas nascentes se situam no chamado "Morro Paris", desaguando no Arroio Maratá. Com o passar do tempo, tanto o arroio como o núcleo populacional receberam o nome dos colonizadores: Brochier. A partir de 1987, as vilas de Brochier e Maratá, dois Distritos de Montenegro, iguais em potencialidades e situados próximo um ao outro, iniciaram seu processo emancipacionista. A luta pela emancipação aproximou as duas comunidades que, com o propósito de somar esforços, decidiram formar um único e novo município, denominado Brochier do Maratá.
 

MARATÁ

Maratá é um termo indígena que significa lugar onde os elementos água e solo, entram em choque, num eterno combate em homenagem à natureza.Sua colonização inicia em 1857, quando imigrantes alemães desembarcados em São Leopoldo, se instalam nas margens do Arroio Maratá, motivados pela beleza do lugar e pela fertilidade do solo.
Andréas Kochenborger foi o pioneiro no desenvolvimento industrial e comercial de Maratá. Para escoar a rica produção agropecuária regional, chegou a implantar um serviço de navegação através do Arroio Maratá até o Rio Caí e dali para Porto Alegre. Em 1906, com a construção da ferrovia São Leopoldo – Caxias do Sul, o povoado ganhou notável impulso, tornando-se pólo regional para a comercialização das riquezas primárias. Paralelamente, os pioneiros também impulsionaram o desenvolvimento cultural e educacional, destacando-se a família Rücker, natural da Silésia
Na década de 70, com a desativação da rede ferroviária, a localidade experimentou um longo período de estagnação e esta situação apenas mudou com o início do processo de emancipação. Criado o novo município em 20/03/1992, através da Lei Estadual nº 9622/92, a população recuperou sua antiga motivação, participando ativamente do crescimento de sua cidade
 

HARMONIA

Em 1863, as terras onde hoje desponta o novo Município de Harmonia, pertenciam a Juca Teixeira, que morava em Pareci. Grande parte da mata que cobria sua terra já havia sido derrubada por mãos de escravos de Juca Teixeira. O Sr. Pedro Kuhn foi encarregado pelo Governo para fazer a organização, medição e venda das colônias. Essas colônias seriam entregues aos novos agricultores alemães. A origem do nome da localidade deve-se ao fato de, quando os primeiros moradores se estabeleceram na região, reuniram-se para cantar e fazer música. Este fato proporciona uma harmonia agradável entre seus componentes. Daí surgiu a denominação "Harmonia", nome esse que permanece até hoje, recordando a história dos antepassados, que de uma forma brava contribuíram para o progresso de Harmonia.
 

CAPELA DE SANTANA

O povoamento da região, onde hoje se localiza o Município de Capela de Santana, iniciou-se “correndo os anos de 1738 e 1745”. Milliet de Saint Adolphe relata, em seu Dicionário Geográfico, o encontro dos portugueses com os selvagens da região da hoje Capela de Santana, “Tinham os índios Tapes e Guayacanans algumas aldeias nas margens dos Sinos e nas do Taquari, com os quais se juntaram alguns portugueses, correndo os anos de 1738 e 1745 e tal foi a origem desta Freguesia, cuja igreja foi dedicada a Santa Ana”.
Como era na época, o único local povoado entre os rios dos Sinos e Caí, passou a chamar-se de “Ilha do Rio dos Sinos”.
Os primeiros povoadores
Em janeiro de 1757, conforme um mapa do Padre Clarque, vigário de Triunfo, freguesia criada em 04/09/1756, havia oito fazendas em toda essa área entre os rios dos Sinos e Caí. Em meados de 1758, o mesmo Pe. Clarque fez uma relação de todos os seus paroquianos entre os Sinos e Caí. Havia, então, dezesseis casas com um total de noventa e duas pessoas em idade de confessar: 24 eram escravos, 11 agregados ou camaradas e os outros 57 eram membros das famílias dos proprietários.
Capela de Santana e o município de São Leopoldo
Em 1846 era criada a Vila de São Leopoldo e Santana do Rio dos Sinos passou a ser o 3º Distrito. Desanexado de Porto Alegre, a quem estivera ligado desde o início do século, o 3º Distrito de São Leopoldo abrangia a maior parte do atual município de São Sebastião do Caí. A Lei nº 142, de 18 de julho de 1848, desmembrava da Freguesia de Santana do Rio dos Sinos as Picadas do Hortêncio, Nova e Quatorze, de colonização alemã, para formar a freguesia de São José do Hortêncio.
Capela de Santana e São Sebastião do Caí
A Lei de criação do Município de São Sebastião do Caí, de nº 995, dizia que o mesmo seria constituído pelas paróquias de São Sebastião do Caí, São José do Hortêncio e Santana do Rio dos Sinos. A Capela de Santana que estivera por quase 30 anos ligada a São Leopoldo passava então a fazer parte do novo município.
De Santana do Rio dos Sinos a Capela de Santana
Com a criação do município de S ao Sebastião do Caí, Capela de Santana passou a ser o 4º Distrito. A Lei Municipal nº 103 de 05 de outubro de 1951 adotou o nome de Capela de Santana para a antiga Santana do Rio dos Sinos. Sendo Santa Ana a padroeira e tendo a comunidade se desenvolvido ao redor de sua Capela, nada mais certo que esta seja a denominação oficial.
O Século XX
Em 1912 houve a instalação do primeiro telefone; em 1914 ocorreu a chegada de viação férrea; em 1940, instalou-se a Arrozeira Brasileira S/A, indústria de cordoaria; em 1949 era implantada a rede de energia elétrica; em 1952, o Posto Experimental da Mandioca foi transformado em Centro de Treinamento da Mecanização da Lavoura (CTML); em1965 era instalado o Ginásio Estadual Manoel de Almeida Ramos; em 1970, realizou-se a primeira edição da Festa da Bergamota, posteriormente transferida para São Sebastião do Caí.
A campanha para a emancipação de Capela de Santana teve seu início no dia 25 de maio de 1985 em uma histórica reunião realizada no salão Paroquial, onde na ata realizada nesta oportunidade contou com mais de trezentas assinaturas. Entre outras decisões importantes tomadas pela Assembléia Geral, foi eleita a comissão emancipacionista que deveria levar avante o movimento.
 

LINHA NOVA

A história de Linha Nova teve seu início com a chegada dos primeiros imigrantes alemães ao Brasil em 1824. Os fundadores foram colonos provenientes das "picadas" antigas, como Estância Velha, Feitoria Velha, Dois Irmãos e Bom Jardim. Mais tarde, em 1845 e 1846, quando iniciou-se uma nova e poderosa fase na imigração no Brasil, estabeleceram-se em Linha Nova várias famílias e pessoas vindas da Renânia-Palatinado, especialmente do Hunsrück. Em 1850 já haviam em Linha Nova 82 colônias ocupadas com 527 habitantes.
Linha Nova - ou "Picada Nova", Neuschneis, em alemão - era uma picada no sentido norte-sul, suavemente incrustada entre vales e serras, coberta de espessas matas, fazendo divisa ao norte com a Colônia de Nova Petrópolis, ao sul com a Colônia de São José do Hortêncio, a leste com a Colônia de Picada Café e a oeste com a Colônia de Picada Feliz, hoje município de Feliz. Os lotes se encontravam transversalmente à direita e esquerda da picada original, a qual se transformou na principal rua da cidade hoje (Rua Henrique Spier).
Em 1847 foi fundada uma associação escolar que em 1850 inaugurou uma escola particular, sem nenhum apoio do governo. Já em 1856 os colonizadores adquiriram meia colônia de terras (cerca de 24ha), na qual foram construídas uma igreja, uma escola e mais tarde a casa paroquial. Os colonizadores, na maioria de origem alemã, mantinham vivas as tradições e costumes da sua terra natal, inclusive surpreendendo o Pastor Heinrich Hunsche, no dia 01 de fevereiro de 1868, na ocasião da sua chegada em Linha Nova, quando recepcionaram-no com canções de sua terra cantadas pelo coral da comunidade.
Linha Nova teve sua formação baseada em torno do binômio IGREJA-ESCOLA, mantendo um processo comunitário e aberto, com capacidade de organização e luta em favor da sobrevivência e de condições mais humanas de vida. Esta característica, em 1990, originou o movimento emancipacionista, o qual alcançou seu objetivo em 20 de março de 1992, quando foi criado o município de Linha Nova.
 

PAVERAMA

Foi aproximadamente em 1855 que duas etnias diferentes, a açoriana, partindo de Taquari e a alemã, vinda de São Leopoldo encontraram-se em pleno coração florestal do atual Distrito de Paverama. Os pioneiros açorianos estabeleceram-se ao lado sul da estrada principal de Paverama, antigo Travessão Moraes. Divisor de Datas, Títulos e Fazendas, ao passo que os primeiros colonizadores germânicos localizaram-se ao lado norte dessa mesma estrada que dividia a dita localidade a partir de posses, até o Município de Taquari, em Morro Azul. Até os nossos dias estes dois grupos étnicos moram, a bem dizer, um do lado sul e outro do lado norte dessa linha divisória, com pouca ou quase nenhuma penetração, vivendo em perfeita harmonia e construindo unidos e coesos a grandeza social, econômica e religiosa de Paverama. Paverama, já em 1912, contava com uma ferraria, dois curtumes, uma selaria, duas sapatarias, uma cervejaria, um médico e três serrarias a vapor, três serrarias a água, várias atafonas, duas olarias, um açougue, duas carpintarias, duas marcenarias, uma pedreira, uma farmácia e doze casas comerciais. Paverama teve seu desenvolvimento com o fruto do trabalho comum de seu povo.
Com o passar dos anos, foram-se somando a estrutura existente, sucessivos acontecimentos, que serviam como fator de estímulo para a edificação deste, que se tornaria futuro Município deste Rio Grande do Sul.
Em 1921 chegou à Paverama o 1º automóvel;
Em 1929 foi fundada a Caixa Rural de Paverama;
Em 19 de dezembro de 1937, foi inaugurado o Hospital São João;
Em 1945 chegavam a Paverama as irmãs da congregação "Franciscanas de Nossa Senhora";
Em 21 de outubro de 1947 foi inaugurada a primeira linha regular de ônibus para a localidade;
Em 1958 Paverama passa a ser 2o. Distrito de Taquari em virtude da emancipação de Bom Retiro do Sul (apesar de oficialmente ser considerada a data de 09 de junho de 1960); Em 16 de novembro de 1961 foi iniciado o fornecimento de energia elétrica através da CEEE; Em 25 de fevereiro de 1962 foi fundado o sindicato dos trabalhadores rurais; Em setembro de 1986 foi fundado o Conselho de Desenvolvimento Comunitário de Paverama - CONCOPA.
A atividade essencialmente agropecuária modificou-se na localidade com a implantação de uma fábrica de calcados, em- empregando cerca de 300 funcionários,o que criou a necessidade de melhoria da infra-estrutura urbana.
Em 1959 Paverama realiza plebiscito, quando da emancipação de Bom Retiro do Sul. No plebiscito saiu vitorioso o "SIM", porém, por motivos de ordem política, Paverama voltou a pertencer a Taquari.
Em 1987 concretizou-se a idéia de emancipação, com a realização da consulta plebiscitária em 20 de dezembro de 1987.
Através da Lei Estadual n. 8560 de 13 de abril de 1988, é criado o Município de Paverama.
 

SÃO SEBASTIÃO DO CAÍ

São Sebastião do Caí é um dos municípios mais antigos do Estado, foi 14º a ser legalmente criado e, em Maio de 2002 completou 127 anos.
 

TABAÍ

Tabaí é de origem portuguesa. Apresenta atividade agrícola, com destaque na produção de cítricos, acácia negra, eucalipto, milho, feijão, mandioca e verduras. Na pecuária, destaca-se a criação de gado, suínos e ovinos. O município passou a chamar-se Tabaí a partir de 1940, até então era povoado de São Joaquim. Em 1969 chega a luz elétrica, e em 1972 houve a implantação da primeira escola com 1° grau completo. O município de Tabaí é desmembrado de Taquari.
 

BOM PRINCIPIO

Bom Princípio emancipou-se em 12 de maio de 1982. Está localizado no vale do Caí, de colonização germânica. É conhecida como a terra do Moranguinho, com produção anual de 1080 toneladas da fruta. Destaca-se ainda os setores da avicultura, o calçadista, moveleiro e oleiro.
 

PARECI NOVO

Localizado na região do vale do rio caí, o município de Pareci Novo, emancipado em 20 de março de 1992, possui 2.576 habitantes, a maioria de origem alemã. Com uma área de 58,2 km², possui as localidades de Matiel, Várzea, Bananal, Despique, Coqueiral, Linha Progresso e Porto Maratá. Têm como atividades principais a citricultura, floricultura e a manutenção de viveiros com mudas frutíferas e nativas.
 

SÃO JOSÉ DO HORTENCIO

O município faz parte da "velha colônia" alemã, e surgiu a partir da "interiorização" do processo de colonização alemã, iniciada na Feitoria do Linho Cânhamo, em São Leopoldo, em 25 de julho de 1824.
Originalmente era conhecida como "Linha Portuguesa" (Em alemão: Portugieserschneiss); depois passou a São José do Hortêncio, devido ao nome de um português de nome Hortêncio, fundador da picada que deu origem ao município.
Mais tarde, a ocupação do Vale do Caí avançou melhor pelo outro lado do morro, junto ao Rio Caí, usando como base de apoio o porto de São Sebastião do Caí, que por muito tempo constituiu município-mãe de São José do Hortêncio, até que se emancipou em 1988.
 

TAQUARI

Rio das Taquaras ("taquarim" = taquarinha). Tudo indica que tenham sido os bandeirantes paulistas Luís Vicente e Sarafona os primeiros habitantes brancos que ocuparam a região do atual município de Taquarí.
Em 1760, no local em que hoje se situa a cidade estabeleceram-se casais açorianos que receberam alguns lotes de terras destinados à fundação do povoado de São José do Tibiquari.
E em 1764 foi o povoado elevado à capela Curada e no ano seguinte a freguesia.
 

SALVADOR DO SUL

O novo município teve seu território formado por áreas dos distritos de Barão, Poço das Antas, Tupandi, Harmonia, Maratá e do Distrito sede, todos de Montenegro.
Salvador do Sul teve a sua origem no vilarejo de São Salvador, daí o nome surgido a partir de 1840, com colonos alemães que se instalaram no local.
O desenvolvimento chegou com a estrada de ferro a partir de 1909, possibilitando o transporte e o comércio de produtos coloniais para Porto Alegre e Caxias do Sul. Nesta época, Salvador do Sul era chamada de Estação São Salvador, "statzion" entre os imigrantes alemães.
Em 1934 foi construído o Colégio Santo Inácio, importante instituição educacional que influiu decisivamente na vida do lugar, sendo um marco cultural e histórico do município.

 


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